Caham

To aqui, contentemente, vendo big brother brasil. E não estou colocando em questão se é desperdício de ATP ou não essa atividade.
To vendo uma modalidade nova de entrevista no confessionário, onde os participantes se submetem a uma avaliação do teor de verdade no que dizem, respondendo às perguntas de Pedro "Zes" Bial. Porra, a única forma de avaliar o teor de verdade na fala de uma pessoa, que eu conheça, é o polígrafo, porém, ele tem um mecanismo muito mais complicado do que simplesmente medir os batimentos cardíacos de uma pessoa. Ô brou, eu curto essa coisa de me deixar ser enganado pelo que a Globo quer me dizer, mas aí já é demais, tá começando a sacanear com a minha inteligência!
Enquanto esses assuntos de Estado me preocupam demais, minha vidinha veranesca-ainda-de-férias fervilha pelas vias pelas veias de SSA. Uma sensação nova, em particular, é muito esquisita: se sentir desejável. Chega a me dar um arrepiozinho de pensar.
Caso alguém, um dia, num mundo pós-apocalíptico, encontrar um computador ligado à internet, com a página desse blog aberta, se perguntar por que o nome mudou de B. da Rainha Branca para B. do Rei Branco, a resposta é... Nem sei. Só fiquei a fim de desfeminilizar o nome do blog.

Xoxo,
G.G.

xeque: Já tô vendo o Brasil entendendo essa referência a programas adolescentes inúteis.

1 comentários:

Paula disse...

Foi pra driblar sua condição que eu sei! HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHA


Esse negócio do BBB parece que é medido pelo tom de voz e euforia... Eu super acreditava! É mentira, é? :P